Vereador Luz critica Prefeitura por falta de kit escolar: “Como estudar sem material”?

por Victor Augusto Farias publicado 12/03/2019 13h49, última modificação 12/03/2019 13h49

O vereador João Marcos Luz (MDB) utilizou a tribuna da Câmara Municipal nesta terça-feira, dia 12 de março, para solicitar mais transparência e veracidade da Prefeitura de Rio Branco. O emedebista fez duras críticas a prefeita Socorro Neri por não cumprir a entrega do kit escolar aos estudantes do ensino infantil e fundamental que iniciaram às aulas na última segunda-feira.

 

“Aqui em Rio Branco estamos diante de comunistas e socialistas no poder que não tem compromisso com a verdade. O propósito é humilhar e desqualificar quem ousa lhes combater. Ontem fiz questão de visitar algumas escolas para ver de perto o início do ano letivo. Me deparei com pais e alunos decepcionados porque esperavam receber no primeiro dia de aula o material escolar. Questiono a Prefeitura: como estudar sem material? Para completar, os pais receberam dos diretores uma lista de material para comprar porque a Prefeitura não entregou sequer um lápis", destacou.

 

Luz ainda completou interpelando a Prefeitura sobre o procedimento da compra dos materiais: "Será que não foi feito empenho ou licitação para compra desses materiais? Não encontrei no Portal de Transparência. A nota de esclarecimento da Prefeitura diz que a aquisição destes materiais foi com recursos próprios do Município, no valor de R$ 2.197 milhões. E a matéria da assessoria no próprio site da Prefeitura diz que o gasto foi de R$ 1.117.375 milhões. Qual a verdade?", indagou.

 

A falta de planejamento da Prefeitura foi citada por Luz como um desrespeito aos pais e crianças pela expectativa criada por eles para receber os materiais. Para o vereador, estão tentando persuadir ou convencer as crianças de que receberão o kit.

 

"A Prefeitura se especializou em emitir notas forçadas, a repetir a própria mentira, perdendo todo o senso de honestidade. Chega a ser perverso a falta de bom senso dos gestores público que tiveram janeiro, fevereiro e a metade deste mês para organizar os materiais e não fizeram. Por que devemos acreditar nessa gestão? Por que acreditar que de fato as 25 mil crianças receberão material escolar", encerrou.

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