Forneck e Artemio destacam decreto que regulamenta a comercialização do açaí em Rio Branco

por Victor Augusto Farias publicado 14/03/2019 01h18, última modificação 14/03/2019 01h18

A partir de agora, os batedores de açaí podem contar com um manual de boas práticas. A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, assinou nesta quarta-feira, 13, o decreto que regulamenta o beneficiamento e comercialização da fruta. A solenidade contou com a participação dos vereadores Rodrigo Forneck (PT) e Artemio Costa (PSB).

O decreto é resultado da discussão sobre a qualidade do açaí comercializado na capital, que se iniciou na Câmara de Vereadores de Rio Branco, ganhando corpo e adesão de instituições de pesquisa, Ministério Público, secretarias de Produção e Saúde e produtores, Ministério da Agricultura, ao Grupo de Trabalho (GT) do Açaí.

“Estamos dando um passo histórico. A prefeitura está cumprindo o papel de cuidar da cidade e parabenizo o trabalho da Vigilância Sanitária. A mesma gestão que conseguiu detectar as problemáticas envolvendo a qualidade do açaí em Rio Branco, também está dando respostas. A partir do mês que vem, teremos uma retomada da cultura do consumo do açaí na nossa cidade”, salientou o líder do Executivo no parlamento municipal, Rodrigo Forneck.

A Prefeitura também vai ofertar aos batedores capacitações em Boas Práticas de Fabricação (BPF), por meio de uma parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio ao Micro e Pequeno Empreendedor (Sebrae), sendo a qualificação um pré-requisito para a devida regularização da atividade.

O vereador Artemio Costa agradeceu a paciência dos produtores e destacou a importância do decreto. “A gente sabe que não é fácil parar a comercialização, mas contamos com a paciência e contribuição dos batedores. Tenho certeza que estamos construindo uma nova história, não apenas referente ao açaí, mas de todas as bebidas que a floresta nos oferece”, frisou.

O comerciante Genival Rebouças comemorou a assinatura do decreto. “A partir de agora, parte dos nossos problemas serão sanados, que essa facilitação da legalização. Os que não querem se regularizar, serão cobrados, inclusive por nós mesmos para que possamos ofertar um produto seguro aos riobranquenses”, observou.

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